–O seu lanche. - interrompeu o dono do carrinho de cachorro quente.
–Acho que não vou mais querer. - Justin disse sem me soltar.
–Porque não? - perguntei preocupada afinal ele nunca recusava comida.
–Porque nós já vamos embora. - disse ele sorrindo
–Mas e o jogo?
–Fica para a próxima. Vamos sair daqui. Quero ficar a sós com você. - disse ele beijando minha bochecha.
–Espera. Vamos levar o cachorro quente. Eu estou morrendo de fome. - disse risonha enquanto pegava o lanche e o refrigerante.
–Ok. - Justin disse e pagou o homem do carrinho- Agora vamos.
Fomos até o estacionamento e entramos no carro dele.
–E a Cloe? - perguntei assim que me lembrei dela.
–Que se vire. - ele disse irritado - Vamos antes que ela venha me procurar.
Justin deu a partida e saímos do estádio.
–Parece até brincadeira que nós finalmente nos acertamos. - disse enquanto dava uma mordida no cachorro quente.
–O melhor de tudo é que é real. - ele disse dirigindo e dando um gole no refrigerante - Hey... Você não vai comer tudo isso sozinha! Me dá um pedaço.
– Não! Você nem queria mais.
–Deixa de ser egoísta. - ele disse rindo.
–Ok... Mas só uma mordida. - disse e dei na boca dele.
–Tinha até me desacostumado em conviver com uma menina tão gulosa. Fiquei o intervalo inteiro escutando sobre as dietas das líderes de torcida. - ele disse de boca cheia.
–Hey... Não sou gulosa. - disse enquanto dava um tapinha no braço dele. - Eu fiquei correndo atrás de você por um bom tempo dentro daquele estádio. Sem contar que o Alan tomou todo o meu suco na hora do intervalo.
–O que deu em você para convidar o Alan?
–Se chama interação social.
–Não venha com esse papo de interação social, porque eu não gostei nem um pouco daquilo.
–Você está com ciúmes?- perguntei debochado.
–E não era para estar?! Você por acaso se lembra do que ele falou de você?
–Claro que me lembro. Mas hoje ele até me pediu desculpas. - disse sorrindo - E têm mais uma coisa... Se não fosse aquela briga nós nem teríamos tido o nosso primeiro beijo. Ou você não se lembra?
–Hmm... Não me lembro muito bem - ele disse com uma cara de malícia - Bem que você poderia me ajudar a relembrar.
–Claro.
Peguei o copo de refrigerante, abri a tampa, molhei as pontas dos meus dedos e respinguei no rosto dele.
–Mas o que é isso?
–Te ajudando a lembrar. Tínhamos nos beijado na chuva.
– Você não acha que está faltando algo? Tipo o beijo?
– Aaa não... Não estou a fim. - disse dando de ombros.
Ele pegou um pouco de molho de tomate do cachorro quente que estava em minhas mãos e fingiu que ia chupar o dedo, mas ao invés disso ele fez um coração na minha bochecha.
–Justin!
–O que foi? - ele disse rindo e lambendo o dedo.
–Seu sem graça. - disse rindo fraco e aproximando o meu rosto do dele.
Ele sorriu e esperou eu beija-ló, mas eu só esfreguei a minha bochecha suja de molho de tomate na dele. Afastei-me e comecei a rir da sua cara.
–Chega de gracinha.- disse ele e estacionou o carro próximo do meio fio.
Tirou o seu sinto de segurança, me puxou pela cintura, deu um sorriso de canto e me beijou.
–Acho que não vou mais querer. - Justin disse sem me soltar.
–Porque não? - perguntei preocupada afinal ele nunca recusava comida.
–Porque nós já vamos embora. - disse ele sorrindo
–Mas e o jogo?
–Fica para a próxima. Vamos sair daqui. Quero ficar a sós com você. - disse ele beijando minha bochecha.
–Espera. Vamos levar o cachorro quente. Eu estou morrendo de fome. - disse risonha enquanto pegava o lanche e o refrigerante.
–Ok. - Justin disse e pagou o homem do carrinho- Agora vamos.
Fomos até o estacionamento e entramos no carro dele.
–E a Cloe? - perguntei assim que me lembrei dela.
–Que se vire. - ele disse irritado - Vamos antes que ela venha me procurar.
Justin deu a partida e saímos do estádio.
–Parece até brincadeira que nós finalmente nos acertamos. - disse enquanto dava uma mordida no cachorro quente.
–O melhor de tudo é que é real. - ele disse dirigindo e dando um gole no refrigerante - Hey... Você não vai comer tudo isso sozinha! Me dá um pedaço.
– Não! Você nem queria mais.
–Deixa de ser egoísta. - ele disse rindo.
–Ok... Mas só uma mordida. - disse e dei na boca dele.
–Tinha até me desacostumado em conviver com uma menina tão gulosa. Fiquei o intervalo inteiro escutando sobre as dietas das líderes de torcida. - ele disse de boca cheia.
–Hey... Não sou gulosa. - disse enquanto dava um tapinha no braço dele. - Eu fiquei correndo atrás de você por um bom tempo dentro daquele estádio. Sem contar que o Alan tomou todo o meu suco na hora do intervalo.
–O que deu em você para convidar o Alan?
–Se chama interação social.
–Não venha com esse papo de interação social, porque eu não gostei nem um pouco daquilo.
–Você está com ciúmes?- perguntei debochado.
–E não era para estar?! Você por acaso se lembra do que ele falou de você?
–Claro que me lembro. Mas hoje ele até me pediu desculpas. - disse sorrindo - E têm mais uma coisa... Se não fosse aquela briga nós nem teríamos tido o nosso primeiro beijo. Ou você não se lembra?
–Hmm... Não me lembro muito bem - ele disse com uma cara de malícia - Bem que você poderia me ajudar a relembrar.
–Claro.
Peguei o copo de refrigerante, abri a tampa, molhei as pontas dos meus dedos e respinguei no rosto dele.
–Mas o que é isso?
–Te ajudando a lembrar. Tínhamos nos beijado na chuva.
– Você não acha que está faltando algo? Tipo o beijo?
– Aaa não... Não estou a fim. - disse dando de ombros.
Ele pegou um pouco de molho de tomate do cachorro quente que estava em minhas mãos e fingiu que ia chupar o dedo, mas ao invés disso ele fez um coração na minha bochecha.
–Justin!
–O que foi? - ele disse rindo e lambendo o dedo.
–Seu sem graça. - disse rindo fraco e aproximando o meu rosto do dele.
Ele sorriu e esperou eu beija-ló, mas eu só esfreguei a minha bochecha suja de molho de tomate na dele. Afastei-me e comecei a rir da sua cara.
–Chega de gracinha.- disse ele e estacionou o carro próximo do meio fio.
Tirou o seu sinto de segurança, me puxou pela cintura, deu um sorriso de canto e me beijou.
–Afinal para onde nós estamos indo? – disse ao separar meus lábios dos dele.
–Não sei. Para onde você quer ir? – perguntou ele e tentou roubar outro beijo.
–Você quem quis ir embora do estádio. – disse rindo fraco e me desviando dele.
–Ok… - disse ele pensativo enquanto se ajeitava em seu banco e limpava a sua bochecha com um guardanapo – O que acha de irmos para a sua casa?
–Hmm… acho melhor não. – disse sem graça enquanto eu também limpava meu rosto.
–Por quê? Está acontecendo alguma coisa na sua casa? – ele perguntou preocupado.
–Não… está tudo certo por lá. É que… a minha família ainda não sabe que nós já tivemos algo. O máximo que eles sabem é que eu gosto de você, que ficamos ou até estamos “paquerando”, como diz a minha mãe.
–Então vamos lá… eu posso conversar com eles aí nós contamos que estamos juntos. – disse ele sorrindo.
–Se importa de esperar um pouco mais? – pedi com delicadeza.
–Mas por quê? O que foi? A sua família é daquelas tradicionais que eu tenho que pedir a sua mão ao seu pai em um jantar? – disse ele rindo - Sem problemas eu peço.
–Não é isso… é que eu preciso preparar o terreno antes.
–Eles são tão bravos assim?
–Não! – respondi rindo – Só quero ir com calma para não dar nenhum problema.
–Entendi… - disse ele cabisbaixo – Eles não gostam de mim, não é? É por causa do meu histórico?
–Eles nunca me disseram que não gostam de você. Mas eu sei que eles conhecem você. Afinal quem nunca escutou falar sobre o Justin Drew Bieber? – disse enquanto olhava sua expressão – Eles devem saber sobre o seu passado sim, mas eu quero que eles reparem que você não é mais aquele.
–Eu converso com eles e explico tudo.
–É que eu queria que eles vissem com os próprios olhos. Aí seria mais fácil de aceitarem e não verem problema nenhum em nós dois juntos.
–Está bem… já que você quer assim. – disse ele e deu a partida – Então vamos para a minha casa.
–Você está chateado? – perguntei devagar.
–Não… só que eu achava que eles já sabiam de nós. Afinal nós viajamos juntos e demos um passo a mais do que um simples namoro.
Fiquei totalmente envergonhada e mordi meu lábio inferior tentando desviar se seus olhares.
–Você não contou nem para a sua mãe que nós já chegamos a dormir juntos? – perguntou ele assustado.
–Não… - disse baixinho.
–Jú… você deveria conversar sobre essas coisas com a sua mãe ou com a sua irmã. É importante vocês terem esses papos de mulher… sei lá. – disse ele tomando todo cuidado com cada palavra que citava.
–Eu sei, mas é que eu não me sinto totalmente à vontade falando sobre isso. – disse sem graça – Vamos mudar de assunto. Hmm… quanto conseguiram faturar com o evento de caridade?
–Bastante – disse ele rindo fraco – Deu para ajudar mais de uma instituição.
–Isso é bom. – disse sorrindo.
Justin pegou a minha mão e colocou sobre o câmbio do carro envolvendo com a dele por cima.
–Senti falta de você tão perto assim de mim. – disse ele olhando para nossas mãos juntas.
–Eu também… e muita.
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